Minas Gerais registra 33 casos de mpox em 2026; saúde reforça cuidados e monitoramento

O estado de Minas Gerais contabiliza, até o momento, 33 casos confirmados de mpox no ano de 2026. O dado foi atualizado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) após a confirmação do primeiro registro da doença no município de Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Embora o número seja inferior ao pico registrado em 2022, as autoridades mantêm o alerta para a circulação do vírus e a importância do diagnóstico precoce.
A mpox é uma doença viral transmitida pelo contato direto com lesões de pele, fluidos corporais ou secreções respiratórias de pessoas infectadas. De acordo com a SES-MG, a maioria dos casos no estado concentra-se no público masculino, em especial na faixa etária entre 15 e 34 anos. A variante identificada em solo mineiro pertence ao subclado IIb, o mesmo que desencadeou o surto global há quatro anos.
Os sintomas clássicos incluem febre, dores musculares, calafrios, inchaço dos gânglios e o surgimento de lesões cutâneas que podem evoluir para bolhas e feridas. A recomendação para moradores de todo o estado, incluindo as cidades do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, é procurar imediatamente uma unidade de saúde ao notar sinais suspeitos ou após contato com casos confirmados.
O tratamento atual foca no alívio dos sintomas, visto que a maioria dos pacientes desenvolve quadros leves ou moderados. A vacinação segue critérios específicos, sendo direcionada prioritariamente para grupos de maior risco, como pessoas imunossuprimidas vivendo com HIV/aids e profissionais de laboratórios especializados. O monitoramento epidemiológico segue ativo em todas as macrorregiões de saúde de Minas Gerais. Com informações de G1 Minas Gerais.


